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Archive for setembro 2012

A análise do Modelo de Jogo

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Obtenha informações precisas da sua equipe

A competição é o meio ideal para o acompanhamento da evolução do Modelo de Jogo de uma equipe. Nela é possível analisar o desempenho individual e coletivo em cada um dos momentos do jogo. Quanto melhores forem as ferramentas de análise, mais precisas serão as informações que o treinador terá em mãos para a elaboração de seu planejamento semanal.

Melhores ferramentas de análise não significam, necessariamente, as com grande poderio tecnológico. Como já foi abordado em outra coluna, é possível estabelecer uma leitura ampliada de uma equipe dispondo somente de um papel e uma caneta. Basta um significativo aprendizado tático do jogo de futebol.

Posto isso, como você analisa sua equipe?

Somente quantifica passes, desarmes, lançamentos e finalizações?

Suas ferramentas de análise estão proporcionando informações precisas do seu Modelo de Jogo?

Já se preocupou em quantificar elementos qualitativos do seu jogar?

Na tese do treinador Rodrigo Leitão (2009), podem ser observados alguns comportamentos de jogo que foram analisados ao longo de 18 partidas oficiais de uma equipe sub-17 e que servem como exemplos para uma proposta de análise qualitativa do Modelo de Jogo.

Os comportamentos analisados pelo treinador foram o de tempo para a recuperação da bola, tempo para a recomposição da equipe ao meio campo, número de chutões da própria equipe, número de chutões do adversário, êxitos na primeira bola, êxitos na segunda bola e zonas de maior incidência de desarmes e de interceptações.

De acordo com o Modelo de Jogo idealizado, o objetivo era que cada um dos itens apresentasse uma resposta específica ao término das 18 partidas. Eram elas: redução do tempo de recuperação da posse de bola para valores próximos de 5 segundos; redução do tempo de recomposição à linha 3; diminuição para valores próximos do zero do número de chutões da sua equipe e aumento do número de chutões do adversário; aumento do percentual de êxito nas “primeiras” e “segundas” bolas, visto que ocorreriam com maior frequência em virtude do aumento de chutões dos oponentes e maior incidência de desarmes nas faixas laterais ofensivas e de interceptações no campo de defesa.

Cometerá um equívoco quem, a partir de agora, reproduzir estes elementos qualitativos na análise de suas equipes. Afinal, tais comportamentos fazem sentido às ideias de jogo de Rodrigo Leitão (sintetizadas em sua tese), para a equipe em questão e que podem não ter nenhuma similaridade com as suas (ideias e equipe).

Acertará quem, a partir deste estudo, refletir sobre como adaptá-lo a sua realidade. Com os exemplos citados, fica evidente que elementos não faltam para compor uma boa análise. Antes de tal análise, no entanto, espera-se a definição de um Modelo condizente com os princípios de jogo do futebol moderno.

Infelizmente, estes Modelos quase não são vistos na atualidade futebolística brasileira. O que vemos, por enquanto, é uma imprensa que enche os espectadores de números que dizem muito pouco sobre uma equipe, comentaristas que analisam fragmentos do jogo e treinadores que se alternam na dança das cadeiras do futebol brasileiro. Pagamos o caro preço dos Modelos ultrapassados.

Precisam emergir profissionais que busquem a evolução e lutem pela construção de um jogo que atenda às demandas do futebol competitivo.

Assim, ao invés de observarmos aquele “scout analfabeto” (como já bem afirmou Leitão), poderemos nos deparar com elementos como: o tempo gasto para repor a bola em jogo, o número de invasões à zona de risco, os setores de maior incidência de perda da bola ou o tempo para ultrapassar o meio campo com a equipe em posse.

Como você analisa sua equipe?

Aguardo sua resposta!

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Written by Eduardo Barros

23 de setembro de 2012 at 17:46

O tempo de jogo e a formação do elenco

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Ferramenta técnico-administrativa pode favorecer adequada relação de custo x benefício da equipe

A formação de uma equipe para a disputa de uma competição ou temporada basicamente é feita da seguinte maneira:

  • Detecção dos atletas remanescentes da temporada anterior;
  • Promoção de atletas das categorias de base do clube;
  • Contratações diversas (de jogadores de “peso”, de carências, de indicados por empresários, de indicados pela comissão ou de indicados pela diretoria).

Com o elenco formado, a expectativa administrativa é que a relação custo x benefício obtida para cada atleta seja favorável. Um controle de competição que pode servir como uma ferramenta para o desenvolvimento da referida relação é o Controle de Tempo de Jogo. Nele, o departamento administrativo do clube tem dados interessantes para cruzar com as demais informações de cada jogador e, dessa forma, ser mais assertivo em decisões futuras relativas à formação do elenco.

No Controle de Tempo de Jogo, diversas classificações podem ser feitas por quem gerencia a planilha. Como sugestão, quatro classificações são estabelecidas de acordo com o percentual jogado referente ao tempo total da competição. São elas:

  • De 0% a 25% – Participação pequena;
  • De 25% a 50% – Participação média;
  • De 50% a 75% – Participação alta;
  • Acima de 75% – Participação muito alta.

No clube que trabalho atualmente, mais de 76% da competição já foi disputada, o que permite uma análise prévia dos dados. Dos 32 integrantes do elenco, a quantidade de atletas para cada uma das classificações segue indicada abaixo:

  • Participação pequena – 15 atletas (46,8%);
  • Participação média – 8 atletas (25%);
  • Participação alta – 4 atletas (12,5%);
  • Participação muito alta – 5 atletas (15,6%).

Para efeito de comparação, abaixo os dados de uma equipe sub-17 no ano 2011, com 34 atletas:

  • Participação pequena – 19 atletas (55,8%);
  • Participação média – 4 atletas (11,7%);
  • Participação alta – 5 atletas (14,7%);
  • Participação muito alta – 6 atletas (17,6%).

Como último exemplo, o Controle do Tempo de Jogo de uma equipe sub-15 no ano de 2010, com 29 atletas:

  • Participação pequena – 15 atletas (51,7%);
  • Participação média – 1 atleta (3,4%);
  • Participação alta – 7 atletas (24,1%);
  • Participação muito alta – 6 atletas (20,6%).

Estes dados interpretados isoladamente possibilitam algumas análises. Entre elas, que grande parte do elenco tem uma atuação inferior a ¼ da competição. Dado pobre se não for cruzado com outras informações.

Então, para um cruzamento que proporcione informações importantes à diretoria, mais uma sugestão é apresentada: a partir da quantidade de jogadores para cada classificação do Tempo de Jogo, a definição técnico-administrativa da expectativa de desempenho para cada atleta. Voltando para o elenco profissional que trabalho, na quarta divisão do futebol paulista (sub-23 com limite de três jogadores acima dos 23 anos, por jogo), os dados técnicos são os seguintes:

Dos 15 atletas com pequena participação:

  • 8 atletas têm entre 18 e 19 anos e era sabido que o tempo de participação na competição seria bem reduzido. Desses 8      atletas, 5 não atuaram, 2 atuaram tempos insignificantes e 1 atuou por 262 minutos;
  • 3 atletas têm 20 anos, ou seja, idade de juniores. Desses, 2 atletas têm potencial e estão se adaptando a filosofia de trabalho e 1 atleta operou de uma lesão crônica;
  • 3 atletas têm 21 anos. Com esta idade, podem jogar por mais dois anos esta divisão. Dos 3 atletas, 2 são reservas      imediatos de jogadores de linha que, hoje, compõem a “espinha dorsal do elenco” (5 atletas com participação muito alta) e 1 é reserva imediato do      goleiro. Os três atletas já atuaram por 297, 485 e 370 minutos;
  • 1 atleta tem 26 anos. Atleta acima da idade limite e contratado ao longo da competição para suprir uma carência da      equipe. Há 11 jogos na competição, desde que foi contratado atuou por 401 minutos.

Dos 8 atletas com participação média:

  • 5 atletas têm 20 anos. Desses, esperava-se maior atuação de um atleta, porém, por não ter se adaptado ao Modelo de      Jogo perdeu a condição de titular. Dois são titulares atualmente e  ganharam a posição ao longo da competição e os outros dois são reservas imediatos (1 já foi titular) de um dos meias e de um dos zagueiros. 2 atletas tem grande potencial de negociação, ou então, de serem parte da “espinha dorsal” na competição da próxima temporada;
  • 2 atletas têm 21 anos. Atletas que sabidamente seriam suplentes. Atualmente, 1 deles tem condição de brigar pela titularidade. Conforme mencionado, ainda podem jogar por mais dois anos essa divisão;
  • 1 atleta com 39 anos. Atleta de prestígio local e próximo de encerrar a carreira no clube em que foi projetado para o cenário nacional. Está fazendo sua última temporada e, pela idade elevada, era sabido que seu tempo de atuação seria reduzido. Atuou por 630 minutos.

Dos 4 atletas com participação alta:

  • 2 atletas têm 20 anos e ambos possuem grande potencial de negociação. O percentual de participação de um está bem      próximo da classificação “muito alta”. O outro atingiu a condição de titular na 8ª rodada e é o artilheiro da equipe;
  • 1 atleta tem 21 anos e também possui grande potencial de negociação. Por opção tática tem sido frequentemente      substituído, o que o exclui do grupo com maior participação;
  • 1 atleta de 23 anos. Idade limite para jogar a competição e sua permanência está diretamente relacionada ao acesso.      Como estava disputando outra competição, assumiu a titularidade quando chegou, após a 5ª rodada.

E, para finalizar, dos 5 atletas com participação muito alta:

  • 4 atletas têm 21anos. Desses, 1 tem grande potencial de negociação e os outros 3 podem compor a equipe base da      temporada seguinte. Esperava-se a regularidade de desempenho destes atletas;
  • 1 atleta tem 23 anos. Joga esta competição como titular pelo 4º ano consecutivo (2009-2012), é o capitão da equipe e      também era esperada esta regularidade. Sua permanência, porém, também está relacionada ao acesso à série A-3.

Como pode ser observado, somente alguns detalhes escaparam do planejamento inicialmente traçado. Resumidamente, da grande parte do elenco que não tem atuado, muitos são jovens com períodos de 2 a 5 anos para jogarem somente essa divisão caso o acesso não ocorra em 2012. Além disso, mesmo os jogadores titulares (salvo os atletas em idade-limite) poderão jogar esta divisão nas próximas temporadas. Sem contar o bom número de atletas do elenco com potencial de negociação.

Enfim, como tudo no futebol, a formação de um elenco é complexa e exige um bom número de decisões acertadas para ser mais uma das variáveis que apontam a favor do resultado positivo. É uma pena que muitas vezes essas decisões são banalizadas por “achismos”, opiniões sem embasamento e falta de critérios.

Os resultados desses equívocos todos nós sabemos: elencos “inchados”, caros, péssima relação custo x benefício para muitos jogadores em virtude dos altos salários para pouco tempo de atuação e, consequentemente, a mazela que atinge a grande maioria dos clubes brasileiros: as dívidas trabalhistas.

Parafraseando o executivo Ferran Soriano, ex-FC Barcelona e recém-contratado pelo Manchester City:

“a bola não entra por acaso”…

Written by Eduardo Barros

18 de setembro de 2012 at 11:49

A culpa é sua, treinador!

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Como você se comporta diante das derrotas? Conhece os seus RPE?

Caros treinadores,

É bastante comum no futebol brasileiro que os motivos para suas derrotas sejam os mais variados possíveis que não as suas próprias falhas. Ao adotarem este comportamento, nas coletivas e entrevistas pós-jogo (no caso daqueles com maior visibilidade, é claro), utilizam como desculpa a falta de reforços, os erros de arbitragem, a falta que fizeram os lesionados, o pouco tempo no cargo, o cansaço devido ao acúmulo de jogos ou até uma inexplicável má fase.

São poucos os que focam nos reais problemas de sua equipe (RPE). Os que o fazem, geralmente, limitam-se as questões mais superficiais.

Ao atribuir o “peso” principal do resultado negativo aos fatores externos, os RPE passam despercebidos. Logo, no dinâmico mundo atual, o jogo seguinte, após uma vitória ou demissão, acaba por encerrar o tema que permitiria horas de enriquecedoras discussões sobre futebol.

A sorte de vocês, caros treinadores, é que a mídia especializada ainda não está preparada para ser um dos vértices da evolução do futebol brasileiro. Com isso, jogo a jogo, coletiva a coletiva, limitam-se a induzir as respostas prontas dos jogadores e treinadores. Afinal, respostas prontas são as soluções para perguntas repetitivas.

O movimento necessário de evolução do futebol brasileiro passa, indispensavelmente, por uma maior compreensão do jogo de futebol por parte dos formadores de opinião. Com melhor capacitação, seriam

mais exigentes e inteligentes em suas perguntas e, consequentemente, “forçariam” respostas mais complexas.

No entanto, quantos profissionais da imprensa estão preparados para questionar a opção de um treinador marcar por zona ou individualmente em bolas paradas? Quantos seriam capazes de perguntar por que o goleiro não participa ativamente do Modelo de Jogo quando a equipe sobe o bloco e ele deixa de se posicionar caso seja necessário uma cobertura defensiva? Quem será o primeiro a questionar uma resposta superficial de um treinador que em determinado jogo afirma não ter conseguido manter a posse de bola, porém, que apresenta como transição ofensiva predominante uma retirada vertical do setor de recuperação com passes longos que inviabilizam a posterior circulação? Ou então, quem irá instigar os treinadores que há tempos os meias dos grandes clubes europeus têm a ocupação do espaço como referência para marcação e não somente a bola e o adversário mais próximo (como ainda fazem muitas  das nossas equipes)?

Pois é, enquanto boa parcela da mídia contribuir para a estagnação do futebol brasileiro, questões como as más leituras de jogo com ações coletivas distintas para o mesmo problema, limitações setoriais que impedem o cumprimento da lógica do jogo, substituições não condizentes com as necessidades do sistema-equipe, deficiências circunstanciais da unidade complexa (e não somatória de onze jogadores) que têm ocorrido frequentemente ou quaisquer outras questões mais abrangentes envolvendo o Jogo não serão abordadas e os RPE ficarão guardados para resolução nos treinamentos. Resolução possível somente se os treinadores souberem quais são os RPE. Você sabe quais são os seus?

E para a palavra “treinadores”, leia-se também todo e qualquer assistente envolvido na comissão técnica. Preparadores físicos costumam olhar somente se sua equipe está suportando fisicamente o jogo, treinadores de goleiros, se houve falha individual do seu jogador no(s) gol(s) sofrido(s) e o auxiliar, muitas vezes, se isenta de culpa (mesmo que internamente), pois não é o treinador principal. Saibam que a culpa também é de vocês! A expressão (e a ação) treinador adjunto é a ideal para modificar a atrasada configuração das comissões técnicas brasileiras.

Independentemente da evolução da mídia, que poderia ampliar a visão dos milhões de brasileiros apaixonados por futebol que clamam por um bom espetáculo, os treinadores que conseguirem gerenciar os RPE tenderão a se aproximar das vitórias. E, se no caso das derrotas a culpa é exclusivamente do treinador e de sua comissão, no caso das vitórias o mérito deve ser, também exclusivamente, dos jogadores.

Coisas da dura profissão de treinador de futebol!

Obs: Por enquanto, os RPE têm passado despercebidos inclusive para os dirigentes. Outro vértice da evolução do nosso futebol e tema para uma outra coluna.

Written by Eduardo Barros

8 de setembro de 2012 at 17:43

O papel do treinador na dimensão individual – Parte II

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Exercícios práticos para problemas individuais na aplicação do Modelo de Jogo

Na primeira coluna a respeito deste tema foi sugerida a realização de Jogos Conceituais com o objetivo de incidir em problemas de ordem individual que limitam o desempenho coletivo das ideias de jogo do treinador. As quatro situações hipotéticas criadas e possibilidade de aplicação dos Jogos Conceituais seguem descritos abaixo:

1ª Um centroavante precisa fazer mais penetrações;

2ª Um meia não tem buscado a recuperação imediata da posse de bola após sua perda;

3ª Um lateral tem errado muito as decisões quando chega à linha de fundo;

4ª Um meia tem finalizado pouco.

Situação 1

Dimensões do Campo: 26 x 40m (grande área + espaço delimitado) 

Regras do Jogo

Equipe Amarela e Preta

1-    Dois toques na bola;

2-    Se o jogador nº 9 receber o passe em cima dele e perder a posse de bola

= 1 ponto para adversário;

3-    Se o jogador nº 9 receber um passe nas costas da linha de defesa do

adversário = 1 ponto;

4-    Gol = 2 pontos;

5-    Gol a partir de penetração = 5 pontos.

Equipe Vermelha

1-    Dois toques na bola

2-    Recuperar a posse com os três jogadores no mesmo setor (grande área

ou espaço delimitado à frente) = 1

3-    6 passes sem devolver para o mesmo  à frente da grande área = 3 pontos.

Pode utilizar o goleiro na grande área que a contagem de passes não zera.

Situação 2

Dimensões do Campo: 26 x 40m (grande área + espaço delimitado) 

Regras do Jogo

  • Toda reposição, independente de quem tiver      perdido a posse, será feita

com o jogador de amarelo e preto onde se encontram as bolas;

Jogador Amarelo e Preto

1-    Recuperar a posse no setor que perdeu = 1 ponto;

2-    Gol = 3

Equipe Vermelha

1-    Um toque na bola;

2-    Só vale passe rasteiro;

3-    Recuperar a posse com dois jogadores no mesmo setor e retirar a bola

verticalmente (caso recuperá-la na grande área) ou horizontalmente caso

(recuperá-la à frente da área) = 1 ponto;

4-    Jogador nº 2 só pode jogar pelo lado direito e o jogador nº 6 pelo lado

esquerdo;

5-    8 passes consecutivos sem repetir o setor = 2 pontos

Situação 3

Dimensões do Campo: 28 x 70m

Regras do Jogo

  • Toda reposição de bola será feita com a equipe amarela e preta

onde se encontram as bolas e não terá impedimento; 

Equipe Amarela e Preta

1-    Dois toques na bola na região central e livre na faixa lateral;

2-    Bola na região lateral e equipe perder a posse de bola = 1 ponto

para o adversário

3-    Só vale gol de dentro da área;

4-    Gol a partir da região central = 2 pontos;

5-    Gol a partir da região lateral = 5 pontos.

Equipe Vermelha

1-    Recuperar a posse com os 4 jogadores no mesmo setor na região

central = 1 ponto;

2-    Cada 3 minutos sem sofrer gol = 3 pontos.

Situação 4 

Dimensões do Campo: 25 x 40m

Regras do Jogo

Jogador Amarelo e Preto

1-    Finalização que não dê defesa completa do goleiro = 1;

2-    Gol de dentro da área = 3;

3-    Gol de fora da área = 5.

Equipe Vermelha

1-    Jogadores de linha um toque na bola e goleiro dois toques;

2-    Gol de dentro da grande área = 1;

3-    Gol de fora da área = 2;

4-    Goleiro não pode fazer gol.

 

Encerro a coluna deixando as críticas, sugestões, comentários e observações por conta de vocês.

Abraços e até a próxima semana!